quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Alemanha Recorre a Drones Para a Inspeção e Monitorização de Estruturas

Investigadores do Instituto Fraunhofer de Ensaios Não Destrutivos (IZFP), em Saarbrücken, Alemanha, estão a utilizar pequenos drones de oito rotores, para acelerar e simplificar a inspeção do vasto património construído do país, algum do qual se encontra em elevado estado de degradação estrutural. Apesar de não dispensar a intervenção de um técnico, o novo equipamento é um aliado importante na monitorização de estruturas de pontes e edifícios.
Os novos drones estão equipados com câmaras de alta resolução e de imagem térmica, que permitem a geração de centenas de fotogramas a cada minuto.
Juntamente com os fotogramas, o drone recolhe dados relativos a distâncias e posicionamento, o que permite, a posteriori a geração automática de modelos bidimensionais e tridimensionais da estrutura inspecionada.
Estes modelos possuem um elevado nível de detalhe, permitindo distinguir patologias estruturais como fissuras em elementos construtivos.
O grupo de investigadores do IZFP está a também a desenvolver sensores de navegação mais avançados, que permitirão aos drones realizar um voo autónomo, de acordo com um padrão e trajetória pré-determinados, em maior segurança.
Na inspeção de edifícios, a recolha de informações é realizada com movimentos paralelos às fachadas, piso a piso.
Em comparação com os métodos tradicionais, o novo sistema permite também uma redução significativa do tempo despendido na inspeção. De acordo com o IZFP, o varrimento de uma fachada de 20 metros altura por 80 metros de largura pode ser realizada em apenas três a quatro horas, enquanto que uma operação de inspeção tradicional demoraria entre dois a três dias.
O equipamento tem uma operação suave e, apesar dos seus oito motores elétricos, também silenciosa.
Fonte: IZFP | Imagem: via IZFP (adaptada)

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O brasileiro por trás da fera dos ares

Quem é o engenheiro aeronáutico mineiro que atua ao lado do bicampeão mundial de corridas aéreas no circuito internacional.
Se voasse dentro de um avião de acrobacias, a maioria das pessoas sentiria uma sensação desconfortável por causa da força G que atua sobre o corpo durante loopings, parafusos e outras manobras feitas por essas aeronaves. A adrenalina e a sensação de liberdade, porém, são indescritíveis e compensam um eventual incômodo, como conferiu a reportagem da ISTOÉ durante um voo de 20 minutos numa das máquinas que participam da corrida aérea Red Bull Air Race, em Gdynia, cidade litorânea da Polônia. Os ases que escolheram passar a vida competindo nos céus, entretanto, aprenderam a controlar tanto o mal-estar quanto a excitação para percorrer circuitos aéreos como o de Gdynia no menor tempo possível. O melhor deles é o inglês Paul Bonhomme, duas vezes campeão mundial e piloto com mais vitórias na história do evento – 16, o dobro do segundo lugar. Para conquistar esses números, o aviador contou com a ajuda do engenheiro brasileiro Paulo Iscold, que ganhou ao seu lado o título da última temporada do Air Race. “Muito desse campeonato foi decidido graças ao Paulo. Eu poderia ter a melhor aeronave do mundo, mas isso de nada adiantaria se eu não soubesse como usá-la”, diz o britânico.
Especialista em projetos aeronáuticos, Iscold atua na competição como engenheiro de corrida da equipe de Bonhomme. Até o começo deste ano, o time era o único a contar com uma figura como ele no hangar, mas, desde a segunda prova da temporada, outros três pilotos também adotaram a novidade. O trabalho do brasileiro está baseado em dois pontos principais. O primeiro é a análise do circuito. Iscold e seus alunos da Universidade Federal de Minas Gerais, onde ele dá aulas, recebem o trajeto da corrida e determinam qual é o melhor traçado. Avaliam a telemetria do monomotor e observam onde o piloto está errando em relação ao percurso ideal. A segunda atribuição diz respeito à aerodinâmica. O engenheiro é um dos responsáveis por mudar características, como o formato das pontas de asas, o tamanho da cabine e o capô do motor, para melhorar a performance do aparelho.
Nascido e criado em Belo Horizonte (MG), Iscold tem 38 anos, é casado e pai de um menino de 6. Piloto nas horas vagas, entrou no Red Bull Air Race de forma inusitada. Em 2004, enviou um e-mail para um sul-africano que estava construindo um avião semelhante ao que ele desenvolvia na faculdade. O destinatário era o aviador Glen Dell, que só respondeu à mensagem quatro anos depois, convidando-o a participar da competição. Depois da saída de Dell, passou pela equipe de Adilson Kindlemann (que também já não corre mais) até se unir a Bonhomme, em 2010. Iscold não ganha dinheiro para estar no Air Race. “Não posso, pois sou funcionário da universidade”, diz.
Na última prova, em Gdynia, diante de um público de 130 mil pessoas, Bonhomme cometeu um erro ao passar acima de um dos pilões e sofreu uma penalidade de dois segundos, ficando fora da final, em quinto lugar. Com o resultado, ele está na segunda colocação no campeonato, com 13 pontos a menos que o líder. O vencedor de uma etapa leva 12 pontos – neste ano, há oito corridas. Uma máxima adotada pelo engenheiro brasileiro, porém, cabe bem à situação. “No Brasil, crescemos escutando que precisamos aprender a perder, mas essa é a maior burrice. O que a gente precisa é aprender a ganhar, mas perder faz parte.”
 Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/375680_O+BRASILEIRO+POR+TRAS+DA+FERA+DOS+ARES

 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Plataforma de drones Airware levanta US$ 25 milhões

A Airware, uma plataforma para o desenvolvimento comercial de drones – veículo aéreo não tripulado –, levantou US$ 25 milhões, enquanto se prepara para lançar seu produto ainda neste ano. O investimento foi liderado pela Kleiner Perkins Caufield & Byers, com participação da Andreessen Horowitz e da First Round Capital. Com esse montante, o total já aportado na Airware chega a US$ 40 milhões.
A intenção da startup é usar o capital para expandir sua equipe de engenheiros, vendas, marketing e atendimento ao consumidor.
A Airware não fabrica drones. Seu negócio é vender software e hardware, incluindo câmeras e transponders de aviação, para operadores comerciais de drones. “Não é o drone propriamente dito, mas o cérebro dele, se você quiser pensar dessa forma”, disse à “Fast Company” Jonathan Downey, sócio e fundador da startup. “Nós podemos customizar os drones para usos particulares.”
Com clientes na França e na Austrália, países com regulamentações mais amadurecidas a respeito dos drones, a Airware espera a regulação do uso comercial desse tipo de veículo pela Administração de Aviação Federal (FAA, na sigla em inglês) dos EUA. Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/08/plataforma-de-drones-airware-levanta-us-25-milhoes.html

segunda-feira, 26 de maio de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Encontro de Aeromodelismo é organizado para Xanxerê

Clube Asas do Oeste de Xanxerê prepara para os dias 12 e 13 de abril a realização do 4º Encontro de Aeromodelismo em Xanxerê, reunindo adeptos e simpatizantes do esporte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
O secretário do clube Adilson Vieira, destaca que o encontro será realizado na sede do grupo, localizado na Linha São Paulo com entrada franca. Segundo Vieira cerca de 40 pilotos são esperados.
- Esta é a 4ª edição do encontro e reunirá mais de 100 aeronaves entre aviões, helicópteros e a novidade deste ano será a presença de Jatos que atingem 400 km/h – comenta.
Vieira relata que o clube existe há seis anos, e atualmente conta com 15 membros. O secretário do grupo relata que qualquer pessoa interessada pode ingressar no clube.
- Antigamente era caro praticar este esporte. Mas hoje em dia é muito barato e qualquer pessoa pode participar com a gente, basta ter vontade. A gente ensina como funciona – relata.
Adilson comenta ainda que será montada uma praça de alimentação no local do encontro onde será servido café da manhã, almoço e janta aos interessados. Fonte: http://www.tudosobrexanxere.com.br/index.php/desc_noticias/xanxere_sediara_encontro_de_aeromodelismo
 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014