
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
O FAMOSO POUSO POR INSTRUMENTOS
Pousos por instrumentos são necessários em condições de visibilidade precária. Na verdade os pousos completamente por instrumentos, com a chamada "visibilidade zero" e automação completa só são realizados em muito poucos aeroportos no mundo. No Brasil, embora o sistema conhecido por GPS (Global Positioning System), navegação com o uso de satélites, já esteja em testes como auxílio para as aproximações de aeroportos, ainda dependemos, e muito, do velho mas preciso sistema ILS (Instrument Landing System). Ele se divide em três categorias, de acordo com a precisão relacionada à visibilidade: em Congonhas, por exemplo, a Categoria é a I e permite que a aeronave se aproxime até uma visibilidade de 60 m de altura e 800 m de distância da pista, quando ela deverá ser avistada. Em Guarulhos e no Galeão, a Categoria II permite respectivamente 30m e 400. No Brasil ainda não há aeroportos operando a Cat.III, através da qual pousa-se com visibilidade mínima.
O ILS emite duas faixas ou sinais de rádio independentes. São as chamadas "localizer", a que indica se o avião está à direita ou à esquerda do eixo (meio, em relação à sua largura) da pista e "glide slope", ou simplesmente "glide", que fornece uma "rampa" invisível, um perfil pelo qual a aeronave descerá até chegar à pista. Dentre os inúmeros "reloginhos" que um avião tem em seu painel, as faixas do ILS podem ser captadas pelo mostrador HSI (Horizontal Situation Indicatior) geralmente usado para o VOR (Very High Frequency Omnidirectional Range), instrumento utilizado principalmente em navegação e, neste caso, o avião estará "full ILS" (ou seja: com o "localizer"centrado e na rampa do "glide slope") quando a barra do VOR estiver centralizada (avião no eixo da pista) e duas barras e um triângulo estiverem centralizadas com o horizonte do "horizonte artificial" (outro "reloginho" famoso...) Pode haver também mostradores específicos que compõem-se de duas barras, uma horizontal e outra vertical, que cruzam-se entre si e, no caso de "full ILS" formam uma cruz centralizada no meio do mostrador: se a barra do "localizer" (vertical), por exemplo, vai para a direita, o avião curva para o mesmo lado para trazê-la para o centro. Se a barra do "glide" desce, o avião também terá de descer, para reinterceptá-la, e vice-versa.
O sistema também dispõe de "radiofaróis" chamados "marcadores" como auxílio. O "marcador externo" localiza-se a cinco milhas náuticas (cada milha náutica equivale a 1.852 m) da cabeceira da pista; o "marcador médio", a meia milha náutica e em alguns casos pode haver também o "marcador interno", na própria pista. Emitem sinais de rádio verticalmente para cima (estão localizados no solo) Servem para fornecer uma indicação de distância da pista. À medida que o avião desce pelo "glide", balizado também pelo "localizer", ao passar pelo "marcador externo", uma luz azul acende, no painel da cabine de comando, acompanhada de um aviso sonoro; depois, passando pelo médio, a luz é âmbar e também há um sinal sonoro indicativo. Havendo "marcador interno", a luz será branca. Como em todas as operações efetuadas "por instrumentos", os pousos por ILS também são especificados por "cartas" onde pode-se encontrar o perfil da descida e a altura (distância a partir do solo) em que a aeronave deverá estar passando pelos marcadores -- nesse momento os pilotos podem comparar se o "glide" no qual estão descendo encaixa-se à altura prevista para cruzamento dos marcadores.
O ILS pode ser usado acoplado ao piloto automático ou sob controle manual. O controle manual é preferível em caso de ventos muito fortes nas proximidades da pista. Num ou noutro caso, os passageiros podem ficar sossegados e a má visibilidade não impedirá sua chegada ao destino. A não ser, é claro, que esteja "abaixo dos mínimos", quando a aeronave será obrigada a descer um pouco mais longe do que se previa...
Solange Galante
Jornalista Especialista em Aviação
MANDAMENTOS DA SEGURANÇA
1- PENSE e atue sempre com segurança;
2- OBEDEÇA os regulamentos e as regras de Segurança, elas existem para protegê-lo;
3- CONHEÇA o modo mais seguro de realizar sua tarefa, antes de iniciá-la;
4- INSPECIONE as ferramentas e equipamentos quanto as condições de segurança antes de iniciar a tarefa;
5- OPERE somente os equipamentos a que estiver autorizado;
6- UTILIZE roupas e equipamentos de segurança;
7- AVISE seu superior logo que constatar procedimento ou condições de perigo;
8- COMUNIQUE imediatamente qualquer acidente;
9- APOIE seu programa de segurança e participe ativamente em reuniões de segurança;
10- PROCEDA sempre adequadamente, evite brincadeiras.
Fonte: http://www.segurancadevoo.com.br/show.php?not=114&titulo=3
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
CLIP ESQUADRILHA DA FUMAÇA

Gaitaço, Waldonys grava vídeo-clipe com a esquadrilha da fumaça."A oportunidade de gravar este clip com uma das melhores e mais prestigiada equipe militar de demonstração aérea do mundo, a Esquadrilha da Fumaça, voando o avião mais desejado por Waldonys, o Embraer T-27 Tucano. Waldonys não precisou pensar duas vezes, a idéia foi abraçada rapidamente, o resultado é um clip emocionante, com manobras incríveis de tirar o fôlego, as imagens foram gravadas sobre a Academia da Força Aérea, o 'Ninho das Águias'".
domingo, 12 de julho de 2009
PLASTIMODELISMO
O que é o Plastimodelismo?
É a modalidade de modelismo que busca a reprodução fiel de objetos sem a preocupação com o movimento, diferentemente de outras modalidades como o Aeromodelismo, o Automodelismo, o Nautimodelismo e o Férreomodelismo onde a dinâmica é o objetivo principal.
A definição de plástico no dicionário diz: “Que tem o poder e a virtude de formar. Suscetível de ser modelado com os dedos ou instrumentos”. O plastimodelismo é essencialmente essa definição levada ao máximo. Utiliza-se o material na sua forma básica (obviamente industrializado e moldado) que é transformado em uma miniatura convincente (dependendo do talento do modelista) do objeto proposto.
As origens do plastimodelismo em si remontam ao desenvolvimento dos processos de fabricação de peças em plástico à época da 2ª Guerra Mundial, através da injeção do mesmo sob temperatura em moldes pré-fabricados de metal. A temperatura faz o plástico fluir por cânulas até o molde onde ele se conforma ao mesmo e é resfriado, sendo posteriormente ejetado.
Os primeiros modelos de plástico eram réplicas de tanques e equipamentos militares, utilizados por forças armadas na 2ª Guerra Mundial para criar um mapa da movimentação de tropas e equipamentos pelos campos de batalha (em cenas de filmes que relatam a guerra, é possível observar estes mapas em utilização; são grandes mesas com fileiras de tanques e tropas sobre mapas ou mesmo navios sobre a linha costeira).
Após o fim da guerra, essa tecnologia como muitas outras migrou para o campo civil, onde deu origem a uma explosão na utilização de plástico pelo processo de injeção. Praticamente era possível se fazer de tudo, de utensílios domésticos a brinquedos e, obviamente, os kits de miniaturas.
Desde então a industria dedicada ao plastimodelismo só cresceu e se desenvolveu. Hoje em dia, com moldes feitos por computador, o nível de perfeição dos detalhes deixaria os pioneiros de queixo caído.

domingo, 7 de junho de 2009
Profissão: Engenheiro de Bordo
Fonte: The Boeing 727 Scrapbook - Len & Terry Morgan1978 - Aero Publishers Inc.












